TEORIA DO CAOS NAS ORGANIZACOES

Através da dinâmica caótica se põe de manifesto como sistemas com poucos graus de liberdade podem oferecer um comportamento aleatório, isto muda o significado da complexidade que passa a ser uma categoria qualitativa e também termina com a disjuntiva que existia entre determinismo e aleatoriedade.

Sob este novo enfoque a dinâmica econômica tenta identificar mecanismos internos para explicar de forma endógena as flutuações observadas nas variáveis econômicas, dispondo assim a economia de uma dupla alternativa para modelar as flutuações econômicas: os “choques”exógenos e os modelos deterministas caóticos.

Da mesma forma, a Alpha monografias de gestao empresarial detectou que a teoria do caos tem profunda aplicabilidade nas organizações, a partir de diversas monografias levantadas, assim como vários TCC realizados com o tema.

A ciência da administração não foi alheia a esta evolução no pensamento científico. Surge assim a gestão complexa que apresenta um alto grau de flexibilidade e capacidade de aprendizagem e no qual é a empresa a que cria seu próprio futuro a partir de força inovadora.

Este tipo de gestão se centra mais em ocupar-se de estabelecer novos modelos organizativos do que de perder tempo e recursos para analisar o meio.

Sob esta nova perspectiva se proporcionam novas orientações para o pensamento estratégico na empresa, orientações que se articulam em torno da aprendizagem complexa em grupo, ao controle estratégico baseado no funcionamento político da organização e ao desenho fractal da organização. Assim, chega-se à conclusao da monografia sobre este tema ou um TCC

As guias para o desenho organizativo sob o novo paradigma têm basear-se nos seguintes aspectos:

- A organização fractal, informal ou amorfa deve evitar o autoritarismo e os grupos formais.

- Deve-se estimular a polivalência ou policompetência do trabalhador.

- A variedade interna mínima de funções deve vir determinada, de maneira inequívoca, pelo meio.

- As especificações críticas mínimas estão baseadas numa missão e um conjunto de valores nucleares.

- Presença de grupos auto-gestores com alguma competência para fixar metas.

- Adicionar complexidade e incerteza para facilitar a alto-organização espontânea da organização

- Criar neguentropia, isto é, informação e significados para alimentar aos grupos auto-gestores.

- Facilitar e apoiar a existência de forças opostas com o que se procura a geração de contraculturas-

 Direção por valores que permite deixar a operativa de objetivos e instruções.

Na empresa como sistema de realimentação não linear que funciona em um estado de instabilidade limitada, deve-se seguir uma atuação estratégica baseada em modelos qualitativos gerais sobre a forma e a posição da empresa, de maneira que os diretores sejam capazes de identificá-los e compreendê-los quando os confrontem, dado que o futuro em longo prazo da companhia resulta imprevisível em termos estatísticos. Assim, conte com a AC pesquisas de base para monografia tcc e dissertacao

Quanto ao tipo de controle estratégico aplicável ante situações de mudança aberta que derivam da dinâmica caótica, é necessário destacar que o controle estratégico deve entender-se como um controle em sentido geral, isto é, sobre as condições limitantes em torno da instabilidade.

A perspectiva dos sistemas dinâmicos reconhece a importância de um funcionamento simultâneo de formas rígidas de controle organizativo para manejar o que se conhece com formas auto-estruturadoras de controle para manejar o relacionado com o longo prazo. Trata-se de um controle baseado no funcionamento do sistema político da organização em que os gestores antes de optar por adotar uma nova direção deverão obter os apoios necessários para legitimar suas propostas. (WEIL, 2000)

Para maiores informações sobre as bases teóricas da teoria do caos

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